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Fe_quirino
Tudo que não cabe em nenhuma outra mídia social da minha vida... eu incluso.
Será que ela gosta de How I Met Your Mother?
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Trabalhar e assistir animações saudosas.. Ta rolando. #osincriveis
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Gordice no #oscars 2014
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Obrigado Odin pelo pepperoni alcançado
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Agora sim preparado pra qualquer terreno =D #loslocosproduções #clamp #shooting
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esse esperou…
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(via the-absolute-funniest-posts)

Source: blxckcard fuckyeahdirectors:

Matt Damon, Cate Blanchett, and director George Clooney on the set of The Monuments Men (2014)
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fuckyeahdirectors:

Matt Damon, Cate Blanchett, and director George Clooney on the set of The Monuments Men (2014)

Source: fuckyeahdirectors

Psicologia do desenvolvimento digital

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Acho muito interessante observar o comportamento de pessoas que acabaram de entrar no facebook (sim, elas existem) com pessoas que são ~heavy users~ (vulgo viciado padrão) a 4 ou 6 anos.

Existe um estágio embrionário da coisa, que é muito interessante de se ver, onde se está maravilhado com a possibilidade de compartilhar do pessoal ao banal cotidiano e não se tem um filtro muito claro sobre o que é melhor ou não colocar na internet. Sobre o que é interessante somente para o usuário ou realmente relevante para os outros. É como os primeiros passos de um bebê, que nunca são em uma data exata para todos, mas sabemos que geralmente ocorrem naquele período de vida de X a Y meses, dadas as devidas variabilidades. Interessante saber que o humano continua humano mesmo desprovido de um corpo só no mundo das idéias.

Todos fomos bebês…

Claro, tem muita gente que não desenvolve nenhum “tato” com as redes sociais nem em 1000 anos, mas esses são um caso a parte dessa observação.

Bateria xing-ling nova é ainda melhor que a falecida em questão de durabilidade, velocidade de recarga e proteção.
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O Facebook é inútil ou somos nós?

Eu sei que o Facebook não me mostra tudo de todo mundo que eu sigo ou sou amigo, mas tá fazendo um bom trabalho mostrando coisas úteis. Acho que boa parte do esforço em vencer o algoritmo invisível que nos torna obesos de conteúdo inútil é se policiar para interagir e responder ao que é:

  1. Socialmente relevante
  2. Emocionalmente responsável
  3. Divertido

Nessa ordem, preferencialmente.

Pode ser uma afirmação um tanto quanto polêmica, mas acredito que grande parte da insatisfação com a “inutilidade” do Facebook como ferramenta social vem da inutilidade expressada em nossas próprias atitudes através de um algoritmo que não julga o que vem de nós, apenas reproduz. Estamos vendo estampado nossa futilidade diariamente, e pior, a inutilidade daqueles com quem convivemos mas não tem a audácia de expressar isso no cotidiano. Isso nos incomoda de formas que ainda desconhecemos. Talvez seja por isso que essa catarse coletiva do fútil consumo e reprodução do conteúdo talvez não tenha afastado as grandes massas da rede social e sim agregado.

É nela que temos contato com a homofobia coletiva, com o preconceito socio-econômico e racial, com a futilidade consumista, ao mesmo tempo que esbarramos nas nossas responsabilidades sociais, no nosso sentimento de fraternidade e colaboração e nossas qualidades criativas (mesmo que seja para a zoeira ;D). Então quem é o verdadeiro vilão do Facebook? Os algoritmos criados pelo criminal mastermind Zuckerberg - que agora é Lex Luthor da vida real - ou nós mesmos que alimentamos este monstro global? Fica a dúvida.

marigraciolli:

https://www.facebook.com/Alecrinfotografia 
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Source: marigraciolli

Amadurecendo a Campus Party Brasil

Acho incrível como nossa perspectiva muda de acordo com nossa maturidade. Me lembro muito bem da minha primeira vez no meior evento tecnológico do país, a Campus Party Brasil, em 2010. A terceira Campus Party tinha sido transferida do Ibirapuera para o Centro de Exposição Imigrantes, lá na casa do c%&$*ho, sob protestos de campuseiros veteranos. Alías, protestos foi o que mais vi naquela época.

Encantado pelo tamanho e pela abrangência do evento, fiquei embasbacado por tudo aquilo, a ponto de meu senso crítico ir para as cucuias. E daí que os chuveiros eram dentro de containers estranhos e que ficavam bem sujinhos? E daí que a comida era uma coleção de junk foods com algumas poucas opções saudáveis? E daí que as palestras tinham seu som abafado pelos palcos do lado, que falavam desde tutoriais pra DJs até dicas de ufologia? Eu amei tudo aquilo, mas meus colegas de mercado diziam o quanto a qualidade do evento havia diminuído, como era difícil se aproximar das pessoas em um evento tão grande, como a troca de idéias tinha sido prejudicada e como os temas das palestras estavam superficiais. 5 anos e 4 eventos depois, minha ficha finalmente caiu.

É o reflexo de um evento que aumenta em número de pessoas, mas diminui em qualidade. Quanto mais pessoas, menor a capacidade de atender a todas. Além disso, mais abrangente e superficial tem que ser o conteúdo. Sem falar nas dificuldades logísticas espaciais óbvias. A Campus Party se tornou uma micareta nerd? Talvez. Ou talvez só tenha deixado de ser um pouco “nerd” no sentido clássico para ser abrangente num sentido inclusivo social. Isso significa mais palestras com webcelebs e linguagem cada vez mais rasa nas outras palestras. Significa menor segurança, maior dificuldade dos colaboradores e organizadores de dar atenção a quase 8.000 pessoas. Isso significa menos cuidado com o conforto, segurança, saúde dos campuseiros e seus equipamentos. Isso significa também menos networking, já que estamos com mesas cada vez mais distantes e cada vez mais distantes dos temas e dos palcos. Finalmente caiu a ficha de que a Campus é uma idéia inicial colaborativa e tecnológica bacana, mas que se perdeu a lógica de mercado: um evento cada vez maior, com cada vez players maiores e cada vez público maior. Como se o TED virasse platéia de Silvio Santos.

Nada contra o magnata do SBT, mas convenhamos que não é um lugar de desenvolver idéias e promover mudanças a nível significativo. E tem conserto? Acredito que sim, mas exigiria algo tão grande como a volta de Steve Jobs a Apple décadas atrás. Uma total mudança de filosofia e paradigmas, aceitar que a Campus deve reduzir e selecionar seu público-alvo, sem ter medo de cortar na carne. Isso não significa que ela tem que ser chata, apenas tem que ser mais focada. Mas, admito que essa decisão é quase um sonho utópico e nostálgico do que gostaria que fosse. Será que Paco tem coragem de voltar e reavaliar sua indústria chamda Futura Networks? Acho que não, mas sonhar também é de graça e muito mais barato que a comida e bebida no Anhembi.

Dá uma olhada na #CPBR7 de cima.

PS: Peço desculpa a todos os veteranos da #cpbr3 com os quais discuti defendendo a Campus Brasil naquela época. Esse é o mea culpa oficial.

Dj animando a despedida

Segundo mod favorito. Pokemon ❤️ (em Campus Party Brasil 2014)
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Segundo mod favorito. Pokemon ❤️ (em Campus Party Brasil 2014)

A China ta recrutando… Fica esperto não pra vc ver. #cpbr7  (em Campus Party Brasil 2014)
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A China ta recrutando… Fica esperto não pra vc ver. #cpbr7 (em Campus Party Brasil 2014)